Sorriso bonito
Aquele que vi
De uma boca que brilha
Enquanto sorri
Junto a olhos tão intensos
Que revelam loucuras
De uma mente blindada
Por trás das armaduras
De uma alma agitada
Que transborda malícia
E emite sinais
Pedindo por mais
Daquele êxtase sem tamanho
Delírio que também me banho
E mantenho por perto
Por acreditar ser o certo
Da insanidade fazer
O caminho a seguir
Para finalmente poder
A lucidez fluir
terça-feira, 27 de setembro de 2016
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Mais que madrugadas
Drinks e festa
Brilhos na madrugada
O som manifesta
A fera guardada
Numa pessoa discreta
De alma selvagem
Olhar que afeta
E instiga coragem
Embala as horas
No seu quadril
Dança com a noite
Aquecendo o frio
Escondendo em si
Terras inexploradas
De mapa guardado
Para além das madrugadas
Contém a chave
Num sorriso malicioso
Mas além disso
Num coração ambicioso
Na sua mente
Labirinto de enigmas
E no seu corpo quente
Que recusa paradigmas
Brilhos na madrugada
O som manifesta
A fera guardada
Numa pessoa discreta
De alma selvagem
Olhar que afeta
E instiga coragem
Embala as horas
No seu quadril
Dança com a noite
Aquecendo o frio
Escondendo em si
Terras inexploradas
De mapa guardado
Para além das madrugadas
Contém a chave
Num sorriso malicioso
Mas além disso
Num coração ambicioso
Na sua mente
Labirinto de enigmas
E no seu corpo quente
Que recusa paradigmas
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
O (des)prazer de te conhecer
Eu assumo, foi tão triste
Ter te conhecido
O (des)prazer do meu tempo
Ter te concedido
Pois te dei calor
E abri meus braços
Mas tu fechou teus olhos
E negou meus abraços
Não sou brinquedo
Pra pegar quando quiser
Não te esperarei de novo
Porque sei quem bem me quer
Cansei do teu estranho tempo
De a louca parecer
Eu fiz tudo por respeito
E me senti desmerecer
Sei que irei sentir saudades
Mas olho em volta e não estou sozinha
Se tu não percebeu
Já te disse que estão na minha
Ter te conhecido
O (des)prazer do meu tempo
Ter te concedido
Pois te dei calor
E abri meus braços
Mas tu fechou teus olhos
E negou meus abraços
Não sou brinquedo
Pra pegar quando quiser
Não te esperarei de novo
Porque sei quem bem me quer
Cansei do teu estranho tempo
De a louca parecer
Eu fiz tudo por respeito
E me senti desmerecer
Sei que irei sentir saudades
Mas olho em volta e não estou sozinha
Se tu não percebeu
Já te disse que estão na minha
domingo, 11 de setembro de 2016
Na companhia
Fecha os olhos
E dorme bem
Esquece tudo
Que não convém
As palavras rudes que falei
De que no teu peito eu chorei
Foi somente
Porque me importei
Mais do que devia
Mais do que queria
Pois no fundo eu sabia
Que não me calaria
Mesmo querendo
Ficar em silêncio
Mesmo sabendo
Que a palavra é uma arma
Tu me desarma
E eu nunca sei parar de sorrir
Eu nunca sei
Como agir
E dorme bem
Esquece tudo
Que não convém
As palavras rudes que falei
De que no teu peito eu chorei
Foi somente
Porque me importei
Mais do que devia
Mais do que queria
Pois no fundo eu sabia
Que não me calaria
Mesmo querendo
Ficar em silêncio
Mesmo sabendo
Que a palavra é uma arma
Tu me desarma
E eu nunca sei parar de sorrir
Eu nunca sei
Como agir
domingo, 4 de setembro de 2016
Mórbido
Acerta meu peito em cheio
Pra eu não atirar
Arranca o ódio que veio
Pra não ter que arriscar
Ver sangue derramar
O mundo se acabar
Ver o vinho da nascente
Então se envenenar
Acerta bem o coração
Pra eu não respirar
Abafa o grito que veio
Pra esse plano abandonar
Sem medo e com razão
Não se sinta culpado
Pois se não fosse corpo meu
Seria tu no chão deitado
Pra eu não atirar
Arranca o ódio que veio
Pra não ter que arriscar
Ver sangue derramar
O mundo se acabar
Ver o vinho da nascente
Então se envenenar
Acerta bem o coração
Pra eu não respirar
Abafa o grito que veio
Pra esse plano abandonar
Sem medo e com razão
Não se sinta culpado
Pois se não fosse corpo meu
Seria tu no chão deitado
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